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PMA descobre rede de pesca ilegal instalada em rio de MS

Policiais Militares Ambientais (PMA) conseguiram apreender 120 metros de rede de pesca ilegal com a ajuda de drones. Com a fiscalização intensiva por conta da “Operação Piracema”, o rio Taquari, em Coxim (MS), é monitorado constantemente.

Os policiais subiram o drone para monitorar o rio e viram dois homens instalado a rede de pesca em uma corredeira.

Ao deslocarem para a abordagem, os policiais foram avistados e os homens fugiram pela mata, abandonando o apetrecho ilegal. A equipe realizou diligências, porém, não conseguiu prender os criminosos. A rede de pesca, medindo 120 meros de comprimento foi retirada do rio e apreendida.

A rede de pesca foi retirada do rio e apreendida. A pena para este crime é de um a três anos de detenção. Há também previsão de multa administrativa de R$ 700,00 a R$ 100.000,00.

Operação Piracema

Ao todo, 325 oficiais estão atentos aos rios do estado, e espalhados em 26 subunidades de PMA. A operação deve se estender até 28 de fevereiro de 2020, que é justamente o período de proibição da pesca nos rios de Mato Grosso do Sul, para que haja a reprodução das espécies.

Quando foi lançada a Operação Piracema, o diretor-presidente do (Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul), André Borges, destacou que aqueles que cometerem crimes ambientais, como a pesca predatória, terão punições rigorosas das autoridades competentes.

“O infrator será autuado, multado, conduzido até uma delegacia – porque trata-se de um crime ambiental inafiançável -, tem todos os petrechos e até o barco apreendidos, vai responder por processo administrativo e também pode responder processo criminal, porque é caracterizada como uma degradação”, declarou Borges.

Para ajudar nesta fiscalização, a PMA dispõe de drones nos rios, como uma forma de surpreender os infratores. A tecnologia será usada para reforçar os trabalhos dos policiais e assim evitar que crimes sejam práticos e fiquem impunes. Os aparelhos permitem que policiais instalados em um posto fixo de cachoeira ou corredeira, possam monitorar outros pontos semelhantes. As imagens podem ser usadas de provas para identificar os criminosos.

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