BrasilDestaquesNotícias

Mulher condenada por ofensas homofóbicas em padaria de SP já foi acusada de agressões em navio e presa por furtar roupas

Antes de viralizar nas redes sociais no ano passado, quando foi filmada agredindo e ofendendo, com palavras racistas e homofóbicas, clientes e funcionários de uma padaria em São Paulo (relembre momento no vídeo acima), Lidiane Brandão Biezok, de 45 anos, já era acusada de xingar e cometer agressões contra pessoas em locais públicos.

Levantamento feito pelo g1 a partir de boletins de ocorrência e processos mostra que, além de protagonizar o ataque na padaria Dona Dêola, em 2020, Lidiane ou seu nome foram parar em delegacias ou na Justiça por mais cinco casos que a envolvem em crimes de lesão corporal, resistência, injúria, calúnia, difamação e até furto.

O caso mais antigo deles é de 2005, quando ela foi acusada de ofender policiais e um taxista em São Paulo, segundo fontes da reportagem.

Entre as demais acusações está a agressão a um casal num navio, durante cruzeiro marítimo na Bahia, em 2018. Dois anos antes, Lidiane foi presa por furtar roupas de um shopping num bairro nobre de São Paulo

Em 2017 e no ano seguinte, a mulher foi acusada de ofender e agredir clientes e policiais num restaurante e em um bar na capital paulista.

 

Mostrar Mais
Botão Voltar ao topo