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Ouro no Mundial no revezamento, Paulo André revela que o pai quase disputou a Olimpíada de 84

Velocista brasileiro, ouro no 4x100m no último fim de semana, revelou peneira no futebol e surpresa na infância ao descobrir que o pai também foi velocista

Depois do ouro no Mundial de revezamento, em Yokohama, no Japão, o quarteto formado por Rodrigo Nascimento, Jorge Vides, Derick Souza, Paulo André e Victor Hugo chegou ao Brasil com status de estrelas. Para falar sobre a conquista inédita, o capixaba Paulo André Camilo foi o convidado desta quarta no Programa Encontro com Fátima Bernardes. Além de falar da conquista, o velocista contou algumas curiosidades da sua carreira, como a paixão na infância pelo futebol e a descoberta de que o pai por muito pouco não disputou a Olimpíada de 84.

O atleta revelou que poderia ter sido um bom atacante. Aos 14 anos, Paulo fez peneira no Bahia, passou no teste, mas a mãe não deixou na época por causa da idade. Continuou jogando bola em Vila Velha e fazendo atletismo no projeto do pai. O dna do capixaba para a velocidade tem uma razão. Paulo contou no programa sobre a surpresa ao descobrir que o pai também foi velocista no passado.

– Ele nunca revelou que foi atleta quando comecei no atletismo. Vasculhando as coisas do meu pai descobri. Ele me preservou, não quis me forçar. Lembro que ele tinha medalhas penduradas, mas eu achava que eram cordões.

O pai Carlos José Camilo também foi velocista na década de 80, companheiro de Robson Caetano em competições e na seleção brasileira. Na Olimpíada de Los Angeles, em 84, José Carlos estava classificado para os jogos nas provas dos 100 metros e na equipe do revezamento 4x100m, mas uma lesão na véspera o tirou da competição.

Por Lorena Dillon — Rio de Janeiro

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