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O segundo elemento envolvido em assassinato de idoso era procurado por tráfico de drogas

Segundo envolvido na morte de Veríssimo foi preso

Gustavo Rodrigues, 19, foi preso na madrugada desta quarta-feira (7) após o fechamento de um ponto de distribuição de drogas, localizado na Rua Manoel Corrêa Filho, na antiga Rua S 29, na região do Parque das Nações II. Além disso, após continuidade nas investigações da morte de Veríssimo Coelho dos Santos, 61, ocorrida no dia 1º de abril, foi constatado a participação do jovem no crime. Até então, apenas Sauro Henrique Teixeira da Silva, 28, estava preso pelo assassinato do “tio de consideração”.

Segundo Erasmo Cubas, delegado do SIG (Setor de Investigações Gerais), Tatiana Nunes, 26, presa por tráfico de drogas e esposa de Gustavo, confessou que o marido e Sauro mantiveram contato e que, inclusive, a arma usada no crime teria passado pela sua residência.

Após diligências, os policiais encontraram a pistola abandonada ainda com o carregador em uma região próxima a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) e localizaram Gustavo, durante a madrugada, em uma residência no Bairro João Paulo II, na companhia de dois jovens.

Durante o interrogatório sobre o tráfico de drogas, o segundo suspeito relatou a sua versão sobre o envolvimento no homicídio e confirmou a utilização da arma. O equipamento passará pela perícia de balística de comparação para fechar os dados em relação a morte de Veríssimo.

Quanto a dinâmica da morte da vítima, o delegado Erasmo Cubas relatou que investigações apontam que Veríssimo foi agredido e depois colocado na caminhonete que foi encontrada na região da Sitioca Campina Verde, mas até a conclusão do laudo pericial não há como precisar se ele estava vivo ou morto. Dentro da caminhonete Silverado branca onde estava a vítima, foram encontradas uma toalha e uma capa de sofá que seriam da chácara do acusado, segundo testemunhas. O material foi usado para estancar o sangue da vítima.

Através de câmeras de segurança, foi possível constatar os disparos de arma de fogo onde o corpo foi encontrado, porém, ainda não foi possível constatar se isso foi feito para criar um local de crime ou se Veríssimo ainda estava vivo.

Ainda de acordo com o delegado responsável pelo caso, a motivação do crime não está completamente esclarecida, porém, a polícia investiga a transferência de propriedade de uma carreta, há cerca de 15 dias, do nome da vítima para o acusado.

Entretanto, a vítima e o “sobrinho” tinham acordos obscuros e é investigado um possível desacerto comercial sobre o veículo. Outra informação ventilada é que ambos pretendiam abrir um “negócio” juntos e Veríssimo desistiu, fazendo com que Sauro tivesse prejuízos.

Fonte Sejusp.

Redação Gdsnews.

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